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Apresentação

A Jornada Heidegger foi planejada inicialmente como atividade de extensão e divulgação de resultados parciais prevista no projeto de pesquisa intitulado Leituras de Ser e tempo I: a relação ontológica entre cura e angústia. O projeto, começando em dezembro de 2008, contava com a participação de três professores do Curso de Filosofia do Campus Caicó da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN): Dax Moraes (coordenador, doutorando em Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte – PIDFIL), José Teixeira Neto (doutorando no mesmo Programa) e Marcos de Camargo von Zuben (doutorando em Filosofia na Universidade Estadual de Campinas). Além destes, participariam três alunos do curso de Licenciatura em Filosofia do Campus Caicó/UERN: Dário Jean Miranda Cabral, Cirlane Cristina de Souza e Lindoaldo Vieira Campos Júnior. O projeto seria concluído após um ano, apesar das saídas dos dois primeiros alunos que, por motivos pessoais, tiveram de trancar suas matrículas, bem como dos professores José e Marcos em razão de suas ocupações com seus respectivos cursos de Doutorado.

Ao fim do primeiro semestre de execução da pesquisa, teve lugar, conforme previsto, a I Jornada Heidegger. Suas pretensões iniciais foram bastante modestas. Em se tratando de uma atividade de extensão visando, antes de tudo, divulgar resultados parciais, o plano inicial era o de um evento local, sediado na cidade de Caicó, estruturado da seguinte forma: uma sessão matinal de comunicações com a participação dos discentes envolvidos no projeto; uma mesa-redonda vespertina constituída pelos docentes-pesquisadores do projeto; uma conferência noturna para a qual seria convidado um pesquisador-doutor externo. Também seria um evento de baixíssimo custo, adequadamente inserido na programação da II Semana Universitária do Campus do Seridó – UERN, atual Campus Caicó, de cujo Conselho Científico também fazia parte o Prof. Dax Moraes.

Ainda seguindo a ideia de evento local, não houve chamada oficial e específica para apresentação de trabalhos na I Jornada Heidegger, muito embora fosse indicada no Edital de divulgação da II Semana Universitária do CAS/UERN. Além de despertar o interesse de pesquisadores de outros Estados brasileiros, a I Jornada Heidegger recebeu uma maciça quantidade de inscrições de estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia na UFRN, graças ao apoio de divulgação e incentivo do Prof. Oscar Federico Bauchwitz, do Grupo de Estudos em Metafísica e Tradição, da UFRN. Também em atendimento à chamada do Edital, a I Jornada Heidegger recebeu inscrições de alunos do Curso de Filosofia do Campus Central da UERN, em Mossoró. O resultado foi a constituição de mais duas grandes sessões de comunicações totalizando, além dos integrantes do projeto e do conferencista convidado, catorze inscritos com trabalho. Com apenas duas ausências, e um trabalho colocado à parte por indisponibilidade física, foi um evento bastante denso no que se refere ao uso do tempo. Quanto ao tema norteador, a I Jornada Heidegger acabou herdando aquele proposto para a II Semana Universitária do CAS/UERN: “Evolução – Progresso – Tecnologia”. Com a maioria das apresentações versando sobre a questão da técnica, a I Jornada Heidegger se fez um evento pioneiro.

Diante disto, ganhou renovado significado o “I” de I Jornada Heidegger. Se, de início, exprimia a pretensão de continuidade do projeto em um futuro Leituras de Ser e tempo II, agora o plano de nacionalização e consolidação do evento passaria a ser construído. O primeiro passo seria ampliar o alcance da chamada para apresentação de trabalhos, conjuntamente à elevação do status acadêmico da mesa-redonda e ao convite de conferencista vinculado a uma instituição de outro Estado. A nova constituição do evento então exigiu: seu deslocamento para a capital, Natal, provida de linhas aéreas e rodoviárias para todo o país e vasto sistema hoteleiro, reduzindo distâncias e facilitando a vinda de participantes dos mais diversos locais, bem como sua permanência ao longo de toda a programação; situar o evento em um local neutro e aprazível, um espaço adequado ao transcurso dos intervalos e com facilidades para transporte e alimentação; possibilitar o custeio do evento através de taxas de inscrição, sem perdas para os pequenos detalhes que, desde a I Jornada Heidegger, se preza.

A neutralidade e aprazibilidade do espaço escolhido também levaram em conta o espírito descontraído do evento, que o move desde sua primeira edição. Além disso, a realização de um evento em torno do “ser-para-a-morte” em um local de preservação ambiental guardava algo de provocativo ao pensamento que se dedica à proposta filosófica de Heidegger. Outra característica que se pretendeu manter foi a do diálogo entre os diferentes níveis de formação: graduação e pós-graduação, estudantes e professores em estreito diálogo, discutindo temas em comum, compartilhando mesas, trocando experiências e leituras, priorizando isto em lugar de qualquer hierarquia. Talvez por conta disto, a II Jornada Heidegger, diferente da maioria dos congressos de Filosofia, não apresentaria as costumeiras flutuações na quantidade de ouvintes, muito embora não fossem sempre os mesmos.

A II Jornada Heidegger confirmou-se como espaço importante e pioneiro no Rio Grande do Norte no sentido da consolidação de um evento voltado para a concentração de estudiosos dedicados a um pensador de inestimável relevância na contemporaneidade, atraindo um número maior de pós-graduandos, sobretudo em nível de Doutorado, provenientes de diversos Estados brasileiros.

A continuidade desse processo – que não deve se desviar na direção de congressos que ganham em quantidade perdendo em diálogo, em que o prestígio torna-se proporcional ao número de sessões simultâneas – depende de um trabalho de longo prazo e fomento institucional, o qual jamais cobre todo tipo de despesas. Ainda em vista disto vem o compartilhamento da experiência das Jornadas Heidegger por meio deste veículo, utilizado também como referência para os futuros interessados, bem como para registro das contribuições até agora recebidas.

Enquanto se preparava a III Jornada Heidegger, tinha início a retomada dos estudos em um novo grupo por meio do projeto de pesquisa intitulado Leituras de Ser e tempo II: do poder-ser para a cura – liberdade e finitude do ser-no-mundo, de que a II Jornada Heidegger fora o prelúdio, já se podendo antecipar por que vias se estabeleceria a proposta temática geral daquela edição do evento, a se realizar em maio de 2011. Naquela ocasião, eram membros do projeto, com duração de catorze meses: Prof. Dax Moraes (coordenador, doutorando em Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte – PIDFIL), Joelson Silva de Araújo, Vanessa Fernandes dos Santos e Silas Medeiros (alunos da Licenciatura em Filosofia do Campus Caicó/UERN). Também nesse período se constituía a linha de pesquisa “Existência e Metafísica (NEXT-Núcleo de Estudos sobre Existência” no Grupo de Pesquisa “Filosofia e Educação” (UERN), liderado pelo Prof. Dax Moraes.

Conforme esperado, sob a temática geral da liberdade, ampliou-se a discussão do pensamento de Martin Heidegger em diálogos e articulações com outros pensadores que o precederam bem como com aqueles que o terão sucedido, coisa que se nota na grande diversidade de interesses apresentados pelos participantes, também em número elevado. Com duração ampliada para três dias, ao longo de três turnos, foi impossível, todavia, abrigar todas as propostas de comunicação, exigindo da organização (que agora contava com a colaboração do Prof. Oscar Bauchwitz) empreender a difícil tarefa de seleção bastante rigorosa de resumos.

A III Jornada Heidegger marcou a maior aproximação entre UERN e UFRN (e suas respectivas linhas de pesquisa em Filosofia), dividindo a organização do evento, além de contar, como conferencistas, com três dos mais importantes estudiosos brasileiros da obra de Martin Heidegger na atualidade, os  professores Marco Antônio Casanova (UERJ), Róbson Ramos dos Reis (UFSM) e Paulo César Duque-Estrada (PUC-Rio). Desse modo, seguindo a tendência já manifesta desde o ano anterior, o congresso consolida-se em seu caráter nacional, para o que também contribuíram as associações entre a UFRN com a UERJ e com a PUC-Rio via PROCAD/CAPES. Neste sítio se pode ainda assistir a íntegra em áudio e vídeo da III Jornada Heidegger, tal como exibida então ao vivo e para todo o mundo através da internet, o que consistiu em uma notória inovação proporcionada pela estrutura oferecida pela UFRN.

Ainda no que se refere às colaborações interinstitucionais, um novo passo seria dado mediante a cooperação entre o Núcleo de Estudos sobre Existência e o NEED-Núcleo de Estudos sobre Ética e Desconstrução, coordenado pelo professor Paulo Duque-Estrada, do que decorreu a realização da IV Jornada Heidegger na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente no campus da PUC-Rio. Na organização, além de Dax Moraes e Paulo Duque-Estrada, estavam a professora Ligia Saramago e, oferecendo colaboração inestimável para a viabilização do congresso, Maria Priscilla e Larissa, pós-graduandas em Filosofia na PUC-Rio. O grande desafio de se organizar um congresso como este à distância foi enfrentado com dedicação por todos, garantindo seu imenso sucesso. Realizada a meio-caminho entre Sul e Nordeste, em uma das principais capitais brasileiras, a IV Jornada Heidegger recebeu uma adesão ainda maior da comunidade acadêmica, estendendo seu alcance e recebendo trabalhos até mesmo de estudantes brasileiros no exterior, de maneira que um terço das propostas de comunicação recebidas mais uma vez não pôde encontrar espaço nos quatro dias do evento.

O tema, ou melhor, a ideia norteadora desta quarta edição, Horizontes, era carregada de significado. Não apenas evocava a própria questão hermenêutica tão central no pensamento heideggeriano, em especial, e na Fenomenologia, em geral, como também representava essa rica e (pretendia-se) bem-sucedida itinerância do congresso, do Rio Grande do Norte para o Rio de Janeiro, inspirando planos de que tal seria o mais autêntico espírito das Jornadas, a saber, a dinamicidade, a proposta de ir aonde se situam os estudos heideggerianos em vez de simplesmente arrastá-los para seu interior, para um contexto estático. Era ainda uma forma de levar a potenciais interessados a proposta na qual há já quatro anos se vinha trabalhando nas cidades potiguares de Caicó e Natal e, de fato, participantes testemunharam sua surpresa com este empreendimento, prova, talvez, de que o cenário acadêmico é ainda um tanto mais rico e vasto do que se pensa. Tratava-se, enfim, de dar a conhecer amplamente uma iniciativa, a cada ano aprovada e crescentemente elogiada, oriunda de uma região até então tida por bastante “periférica”, se não inexistente, dos estudos heideggerianos. A IV Jornada Heidegger, portanto, carregava em si a pretensão de ser, ela mesma, a abertura de um novo “horizonte”.

Ademais, a ideia de “horizontes” foi norteadora para a própria estruturação do congresso e definição de seus convidados, não apenas ao oferecer uma mesa-redonda bastante diversificada e representativa do cenário carioca, que contou com a participação de Ligia Saramago ao lado dos professores Edgar Lyra (PUC-Rio e IBMEC), Fernando Fragozo (UFRJ) e, como debatedor, Eduardo Jardim (PUC-Rio), todos membros do GT Heidegger da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF). Como conferencistas, foram convidados os três principais tradutores brasileiros da obra de Heidegger: o já “veterano” colaborador Marco Casanova, Márcia Sá Cavalcante Schuback e Emmanuel Carneiro Leão, cuja exposição foi assistida de pé por vários ouvintes em um auditório lotado – cada qual dispensando apresentações.

Foi na sequência da IV Jornada Heidegger – Horizontes que, finalmente, o antigo projeto de publicação das memórias dos congressos se efetivou por meio do periódico Caderno de resumos da Jornada Heidegger, com ISSN e, hoje, cinco volumes publicados registrando mais de uma centena de trabalhos apresentados por estudantes e professores de diversas partes e instituições de ensino do país.

Após uma longa pausa, em agosto de 2016 a Jornada Heidegger retorna a Natal em sua V edição com apoio FAPERN/CNPq pelo edital  02/2015 do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Rio Grande do Norte, além dos apoios das Pró-Reitorias de Pós-Graduação e de Pesquisa da UFRN, bem como do Departamento de Filosofia e seu Programa de Pós-Graduação. Desta vez, reunidos em torno do tema geral “O Amor Originário”, estão Márcia Sá Cavalcante Schuback, Marco Casanova, Dax Moraes, Oscar Federico Bauchwitz e, pela primeira vez nas jornadas, Acylene Maria Cabral Ferreira.

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Galeria

Fotos

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Certificação de ouvintes

A organização informa que o novo lote de certificados para ouvintes participantes da V Jornada Heidegger estará disponível na secretaria do Departamento de Filosofia a partir das 14h desta quarta-feira, 24 de agosto. Constam nesse lote os certificados de:

Ana Karla Batista Farias

José Roberto Guimaraes da Rocha Freitas

Luana Alves de Oliveira

Renata Ramos Mendes Freire da Silveira

Vitória Maria Nunes da Silva

Em caso de dúvidas, favor entrar em contato por meio de comentário a este post.

Programa Café Filosófico – “Amor” (14/06/2016)

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Programa definitivo

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Programação Preliminar (sujeita a alterações)

Novamente, para esta quinta edição, a organização recebeu propostas de trabalho em número bastante superior às vagas disponíveis, oriundas de todas as regiões do país, pelo que agradece a todos os interessados.

A programação a seguir é constituída pelas propostas selecionadas e tem por objetivo desempenhar o papel de aceite, bem como permitir aos autores que tenham tempo suficiente para planejamento da viagem e eventuais solicitações de recursos junto a suas instituições de origem. Como a obtenção de recursos tem sido difícil e demorada, pedimos que eventuais desistências sejam comunicadas à organização. Desse modo, a programação final poderá ser otimizada evitando-se o comprometimento dos diálogos nas mesas temáticas.

 

Quarta, 17/08/2016

 14h: Sessão de comunicações “Verdade e ontologia”

“A concepção ontológica da obra de arte no pensamento de Martin Heidegger”

Juliano Rabello (UNESP)

 

“Linguagem e cuidado no pensamento de Martin Heidegger”

Maria José da Silva Alves (UFPB)

 

15h: Sessão de comunicações “Pensamento originário e o outro começo”

“O originário enquanto espaço historial: consequências para a tradição filosófica”

Augusto César Feitosa (UNIT)

 

“O amor, a essência humana e o princípio de outra História”

Daniel Rodrigues Ramos (UFRB)

 

16h: Sessão de comunicações “Diálogos”

“A experiência do amor à morte”

Priscila Pereira Novais (UFRN)

 

“Liberdade e autenticidade como compreensão do ser: a influência heideggeriana em Sartre”

Luiza Helena Hilgert (UNICAMP/FAPESP)

 

“A revelação ética do rosto e o mistério do ser: divergência e aproximação entre o pensamento de Heidegger e Lévinas”

Paulo Thiago Alves Sousa (UFPI)

 

19h: Conferência

Acylene Maria Cabral Ferreira (UFBA)

 

Quinta, 18/08/2016

14h: Sessão de comunicações “Liberdade e finitude”

“Poesia e o deixar-ser do ser-aí

Gilvanio Moreira Santos (Rede Privada de Ensino)

 

“No caminho para a compreensão do ser encontramos a possibilidade de não mais ‘ser’ caminho”

Luana Alves de Oliveira (UFRN)

 

“Considerações acerca da finitude em Sein und Zeit, de Martin Heidegger”

Arthur Diego de Sousa Oliveira (FAFIC)

 

“Ser Finito e Ser Eterno: uma análise do pensamento de heideggeriano através de Edith Stein”

Danilo Souza Ferreira (UFOP)

 

16h: Conferência

Oscar Federico Bauchwitz (UFRN)

 

19h: Conferência

Marco Antônio Casanova (UERJ)



Sexta, 19/08/2016

14h: Sessão de comunicações “Amor e poesia”

“O fogo do amor em Hölderlin: Reflexões sob o prisma de Heidegger e Bachelard”

Gabriel Kafure da Rocha (PIDFIL UFPB-UFRN-UFPE)

 

“Amar é o eterno cuidado”

Angela Guida (UFMS)

 

“O amar e pensar originários em Fernando Pessoa e Martin Heidegger”

Antônio Máximo Ferraz (UFPA)

 

“Travessia para o ser: amor”

Natália Lima Ribeiro (UFPA/CNPq); Antônio Máximo Ferraz (UFPA)

 

16h: Conferência

Dax Moraes (UFRN)

 

19h: Conferência

Márcia Sá Cavalcante Schuback (Södertörns Högskola, Huddinge, Suécia)

 

 

Chamada para a V Jornada Heidegger – “O Amor Originário”

“‘amor’ é a vontade de que o amado seja, na medida em que ele encontra o caminho para a sua essência e se essencie nesse caminho. Uma tal vontade não deseja nem exige. Dignificando, ela deixa que o que é digno de amor ‘venha a ser’ como o amado, sem, não obstante, criá-lo.” (Heidegger, Meditação, §14)

Apresentação

A Jornada Heidegger retorna em 2016, em memória dos 40 anos desde o falecimento de Martin Heidegger, com o tema “O Amor Originário”. Embora muito pouco discutido na vastíssima literatura sobre o filósofo, o amor surge em diversos momentos de sua obra, de maneira eventualmente lacônica, mas sempre com grande densidade, pois sempre diz respeito, em poucas palavras, ao “deixar que o outro seja em sua essência a partir de seu próprio ser”. Amor está relacionado à Liberdade em seu sentido mais próprio e originário, não se confundindo com sentimentos, afetos ou traços antropológicos quaisquer. Em 1965, em manuscrito publicado por Medard Boss, diz Heidegger que “o cuidado [Sorge], entendido corretamente, ou seja, de maneira ontológico-fundamental, não é jamais separável do ‘amor’, mas nomeia a constituição ekstático-temporal do caráter fundamental do Dasein, isto é, a compreensão do ser”. Assim, o Amor, em sua significância própria, é uma chave para a compreensão de Ser e tempo, é pertinente à ontologia na mesma medida em que escapa à tematização ôntica das ciências da alma e do corpo. O Amor não é um fato, mas uma possibilidade de ser.

A fim de aprofundar o sentido e o lugar do Amor no pensamento de Heidegger e assim pensar com propriedade nosso próprio modo de ser, convidamos toda a comunidade acadêmica e demais interessados a participar desta V Jornada Heidegger.

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Datas e Local:

17 a 19 de agosto de 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Campus Natal

Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA)

Auditório D

 

Conferencistas confirmados:

Profa. Dra. Acylene Maria Cabral Ferreira (UFBA, Brasil)

Prof. Dr. Dax Moraes (UFRN, Brasil)

Profa. Dra. Márcia Sá Cavalcante Schuback (Södertörns Högskola, Suécia)

Prof. Dr. Marco Antônio Casanova (UERJ, Brasil)

Prof. Dr. Oscar Federico Bauchwitz (UFRN, Brasil)

 

Organização:

Prof. Dr. Dax Moraes

 

Comitê Científico

Prof. Dr. Dax Moraes (UFRN, Brasil)

Prof. Dr. Marco Antônio Casanova (UERJ, Brasil)

Prof. Dr. Oscar Federico Bauchwitz (UFRN, Brasil)

 

Apoios Financeiro e Institucional:

FAPERN/CNPq

PPg/UFRN

PROPESQ/UFRN

PROEX/UFRN

PROGRAD/UFRN

PPGFIL/UFRN

DEFIL/UFRN

 

Inscrições para comunicação

Enviar resumo e identificação, em arquivos separados do tipo doc, docx, rtf ou equivalentes, para o endereços: dax@cchla.ufrn.br. A mensagem deverá ter como assunto o título da comunicação, abreviado, se necessário.

Seguir as seguintes orientações:

Resumo: Texto coeso e preciso em parágrafo único de até 200 palavras contendo, necessariamente, clara delimitação do tema a ser abordado e objetivos e/ou resultados a serem atingidos na exposição. Ao final do resumo, dever-se-á indicar de 3 a 4 palavras-chave que explicitem a linha temática a que pertence a apresentação (evitar a mera repetição das palavras do título).

Identificação: Nome(s) do(s) autor(es) a ser(em) impresso(s) no certificado; titulação (Ac., Bac., Lic., Esp., Mndo., Ms., Dndo., Dr.) e área de atuação; vínculo(s) institucional(is); título do trabalho.

 

Data-Limite para envio: 1/05/2016

Previsão para divulgação do programa preliminar completo: 16/05/2016

Divulgação do programa definitivo: 1/08/2016 (https://jornadaheidegger.wordpress.com)

 

Observações:

  1. As cartas de aceite, quando for o caso, serão liberadas em fluxo contínuo de modo a garantir aos participantes o tempo hábil necessário para solicitação de recursos junto a suas instituições de origem.
  2. O programa preliminar é estimativo, servindo para orientação dos expositores e adequação de agendas.

 

O evento é gratuito. O período de inscrições é exclusivo para apresentação de trabalho. Ouvintes não precisam se inscrever e receberão certificados de acordo com as listas de frequência desde que participem de 70% da programação completa. Os trabalhos efetivamente apresentados terão seus resumos publicados no periódico Caderno de resumos da Jornada Heidegger (https://jornadaheidegger.wordpress.com/cadernos-de-resumos/).

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Notícia: Lançamento de Contribuições à Filosofia

Evento de lançamento do livro:

Contribuições à filosofia: Do acontecimento apropriador – Martin Heidegger

Tradução Prof. Dr. Marco Casanova

No verão de 1936 aconteceu-me a clara experiência do lugar no qual meu pensamento deveria parar e residir.
Esse lugar é o lugar pressentido e procurado em Ser e Tempo. Assim, surgiram nesse verão as “Contribuições”.
Desde então, tudo se converteu em uma busca pensante por ganhar a terra natal, pelo poder residir do pensar no que permanece.
(Martin Heidegger, 1946, sobre o Contribuições à filosofia).

Modalidades presencial e online

Data:

04/07/2015

Programação:

14h30   Recepção

15h00   Conferências

Prof. Dr. Zeljko Loparic – UNICAMP

Prof. Dr. Marco Casanova – UERJ

Prof. Dr. Oswaldo Giacoia Jr. – UNICAMP

18h00   Confraternização

Local:

Club Homs – Av. Paulista, 735 – Bela Vista – SP

Inscricões e mais informações:

eventos@institutodasein.org

Valores: Livro incluso no valor da inscrição (em ambas as modalidades)

Até 20/06 – R$ 130,00 – R$ 110,00 (estudantes) – R$ 90,00 (online)
Depois de 20/06 – R$ 150,00 – R$ 130,00 (estudantes) – R$ 110,00 (online)

Realização:

Editora Via Verita –  www.viaverita.com.br
Instituto Dasein de Psicologia hermenêutico-fenomenológica –  institutodasein.org